E um dia eu apareci na vida dele e o deixei assim:
"Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau
E a minha poesia é um vício triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.
Mas tu apareceste com tua boca fresca de madrugada
Com o teu passo leve, (teu olhar esperto)
e os cabelos (cacheados).
E o homem sisudo ficou imóvel
Sem compreender nada...
Numa alegria atônita
A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil
A onde viessem pousar os passarinhos
E.t. as (....) são minhas, o “resto” é de M.Q. "
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