Você tem toda razão; se estivéssemos com o papel invertido falaria exatamente as mesmas coisas – sou eu raciocinando.
Obrigada.
Eu amo você ainda mais por todo esse cuidado comigo.
Fez com que meu inconsciente tornasse-se consciente por um breve momento.
Mas ele ainda teima em me trair...
Não sei se posso me machucar mais, ainda estou com a ferida aberta, apesar de estar tranqüila, em paz, independente de qualquer coisa que esteja acontecendo ou venha acontecer.
Só quero viver o que estou sentindo, sabe? – sou eu apaixonada.
O que há de errado nisso?
Pior que antes não sei se tenho capacidade de ficar, mas tenho certeza de que quantas vezes precisar terei você para me ajudar, para me dar um lenço, um abraço, para sair pra tomar todas, me aconselhar e até para brigar por todas as burradas.
Uma vez me disseram: “Erre, erre bastante, o quanto puder, mas não repita o erro”.
Eu erro tentando acertar, tentando ficar mais feliz – completamente humana.
Não quero me contentar com pouco, mas a gente só pode dar o que tem – sou eu tendo compaixão.
Também já não tenho muito mais para dar (esse meu inconsciente...), me sinto diferente – sou eu fragilizada.
Deus sabe de todas as coisas, mas sei também que nós somos protagonistas das nossas vidas e eu vou tentar ser feliz todo dia.
Conto com a sua torcida.
terça-feira, julho 31, 2007
quarta-feira, julho 25, 2007
Da Dor e da Dúvida
Lidar com a morte é a coisa mais difícil que existe, mas ela não te dá opção alguma, é definitiva, irreversível, sem chance, acabou.
Só nos resta viver o luto, aceitar e continuar.
Mas lidar com a perda voluntária...
Por saber que está tudo desajustado, estranho, que não cabe com a sua forma de viver... e poderia ser diferente e só não é porque o outro não quer.
A perda por falta de esforço, do mínimo ajuste, me faz duvidar se era realmente amor.
Só nos resta viver o luto, aceitar e continuar.
Mas lidar com a perda voluntária...
Por saber que está tudo desajustado, estranho, que não cabe com a sua forma de viver... e poderia ser diferente e só não é porque o outro não quer.
A perda por falta de esforço, do mínimo ajuste, me faz duvidar se era realmente amor.
Da Dor e da Dúvida
Lidar com a morte é a coisa mais difícil que existe, mas ela não te dá opção alguma, é definitiva, irreversível, sem chance, acabou.
Só nos resta viver o luto, aceitar e continuar.
Mas lidar com a perda voluntária...
Por saber que está tudo desajustado, estranho, que não cabe com a sua forma de viver... e poderia ser diferente e só não é porque o outro não quer.
A perda por falta de esforço, do mínimo ajuste, me faz duvidar se era realmente amor.
Só nos resta viver o luto, aceitar e continuar.
Mas lidar com a perda voluntária...
Por saber que está tudo desajustado, estranho, que não cabe com a sua forma de viver... e poderia ser diferente e só não é porque o outro não quer.
A perda por falta de esforço, do mínimo ajuste, me faz duvidar se era realmente amor.
terça-feira, julho 10, 2007
Resposta ao Tempo
(Nana Caymmi)
Batidas na porta da frente
É o tempo
Eu bebo um pouquinho pra ter
O argumento
Mas fico sem jeito calada ele ri
Ele zomba do quanto eu chorei
Por que sabe passar e eu não sei
Num dia azul de verão
Sinto o vento
Há folhas no meu coração
É o tempo
Recordo o amor que perdi ele ri
Diz que somos iguais se eu notei
Pois não sabe ficar
E eu também não sei
E gira em volta de mim
Sussurra que apaga os caminhos
Que amores terminam no escuro
Sozinhos
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso ele não vai poder
Me esquecer
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso ele não vai poder
Me esquecer
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso ele não vai poder
Me esquecer
Batidas na porta da frente
É o tempo
Eu bebo um pouquinho pra ter
O argumento
Mas fico sem jeito calada ele ri
Ele zomba do quanto eu chorei
Por que sabe passar e eu não sei
Num dia azul de verão
Sinto o vento
Há folhas no meu coração
É o tempo
Recordo o amor que perdi ele ri
Diz que somos iguais se eu notei
Pois não sabe ficar
E eu também não sei
E gira em volta de mim
Sussurra que apaga os caminhos
Que amores terminam no escuro
Sozinhos
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso ele não vai poder
Me esquecer
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso ele não vai poder
Me esquecer
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso ele não vai poder
Me esquecer
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