terça-feira, dezembro 12, 2006

Nem Sei

Completamente doida. Eu sei.
Mas faria tudo de novo.
Um milhão de vezes.
Mudando coisas ou deixando tudo exatamente igual.
Viveria com a mesma intensidade e explosão.
Não sei se me causa mais angústia ver os movimentos e expressões ou se é consolo.
Talvez me sentir consolada é o que causa tanta angústia.
Não consigo piscar analisando isso tudo, cada detalhe...
E minha cabeça repetindo: 'você é doida! você é doida'.
Tenho a incrível capacidade de me chocar.

domingo, novembro 26, 2006

E no casamento, peguei o bouquet!

Eu não queria!
Acho que dá azar, mas de tanto me mandarem ir, fui.
Caiu bem na minha mão!
Eu acho até engraçado...
Aquelas mulheres doidas por um casório, desesperadas pelo bouquet estavam arrasadas.
Tristonhas mesmo.... de dar pena.
Decidi democratizar o bouquet: uma flor para cada mulher que estava querendo o todo.
Elas ficaram surpresas e felizes.
Tenho que admitir que me sinto muito orgulhosa de pegar o bouquet de Maious.
Eu a adoro, ela é uma flor.
E estava deslumbrante... uma noiva perfeita: vestido lindo, todo bordado, grinalda gigaaaaante, tiara brilhante, maquiagem, olhar...
O casamento foi todo lindo!
Ela calma, emocionada e ele a olhando completamente apaixonado, cheio de graça, feliz.
E eu fiquei tão emocionada com aquilo tudo...
No final da cerimônia eu nem queria falar, apenas continuar sentindo aquela emoção.
Estou muito, muito feliz por ela.
Que sejam felizes todos os dias da vida.

sábado, novembro 25, 2006

Casamento de Maious

É hoje!
Estou tão ansiosa quanto ela.
Tive dificuldade pra dormir quase todas as noites da semana.
Fico imaginando se o casamento fosse meu... Muita coisa pra organizar, muito estresse!
Sou apenas convidada e foi um martírio escolher roupa, sapato, como, quando, com quem, onde.
Já sei que vou chorar. Deus permita que eu não dê um vexame e que fique toda borrada de maquiagem.
Estava enlouquecida com o meu cabelo que é cacheado porque teria que fazer uma escova, prancha e baby liss, quando terminasse a raiz ja estaria cacheada de novo. Resolvi que ele vai exatamente como é, nada de me torturar e azar de quem não gostar.
Eu quero um casamento simples. Bem simples:
Ao cair da tarde, roupas leves, homens sem paletó, meninas de sandálias até rasteiras.
Pouco pano, nada de brilho ou penduricalhos... À vontade, apesar de achar lindo à noite e com toda a pompa.
Mas quem importa mesmo hoje é Maious...
Que ela seja ainda mais feliz com Lico.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Das Indignações

No auge desta minha angústia tenho vontade de falar com você.
Logo com quem, não é mesmo?
Deve-se ao fato de ter o mesmo poder de indignação que eu.
Não consigo ver tanta submissão! Não consigo não reagir a isso.
Não podem querer o mesmo de mim. Humanamente impossível.
Você também nunca aceitaria.
Nossos direitos são colocados de lado o tempo todo e não dá em nada.
Pior é acharem que estou errada por apenas perguntar.
Perguntar ofende, né? E só se entende o que é conveniente...
Desculpe, desculpe, desculpe, mas eu não estou errada.

quinta-feira, agosto 03, 2006

Já passei por tanta coisa...
Posso não estar inteira, mas estou viva.

quarta-feira, julho 19, 2006

E Como Ficam os Humanos Direitos?

Acompanhei o desaparecimento de uma pessoa desde a semana passada. Quanta aflição pra todo mundo!
As notícias foram chegando de saques no banco, tentativa de compras com o cartão de crédito até que hoje o acharam num matagal, morto.
Os bandidos deram a pena de morte pra ele. Sem chance de defesa.
Não sou a favor da pena de morte para os que são condenados, mas porque eles são tão cruéis?
Quem pode admitir que esse tipo de coisa possa acontecer com uma pessoa de bem?
Sei lá, com qualquer pessoa!

terça-feira, julho 11, 2006

Inconsistências

Ontem pela manhã, pouco depois de chegar a um dos meus trabalhos, fui informada que eles estavam "satisfeitos com tudo que já havia sido feito" e que estavam "encerrando hoje".
Como assim? Uma cacetada de coisa pra fazer... Tudo bem. Ok!
Fiquei pensando que exatamente neste final de semana eu havia dito que era dele que contava como salário certo, para pagar as contas. Pois é.
Voltando pra casa pensei na mudança repentina que estava acontecendo na minha vida naquele momento (mais uma!) e como eu teria que lidar com isso.
Talvez fosse um empurrão. Talvez não.
Uma coisa era certa: andar todo dia pela manhã e nos próximos três dias ir a praia, despreocupada.
Chegando em casa, recebi uma ligação dizendo pra eu voltar pro trabalho.
Um grande mal entendido. Vá entender!
Na verdade, não estou o mínimo interessada em entender.
O que achei melhor disso tudo foi perceber que essa turbulência não afetou em nada a minha tranquilidade, minha paz e meu humor. Viva!

domingo, julho 09, 2006

O Primeiro de Todos Novos Dias

Decidi hoje que vou tentar (e conseguir!!!) ser feliz todo dia e não me sentir culpada por isso.
É o que eles querem.
Eu sinto isso.