O que é necessário para fazer um bom carnaval?
O que é de mais essencial?
AMIGOS.
Para que trio elétrico se nos empata muitas vezes de ouvir as resenhas?
Eu me diverti.
Ri de doer as bochechas.
Claro que a música e os artistas fazem a diferença,
Que a bebida deixa a gente mais alegrinha, mas a festa não teria graça alguma sem Vi e Edu, Brás e Isadora, Léo, Guga e Chris (valeu pelos camarotes, amiga!).
Não pára por aí: parecia que todos os humanos resolveram vir para Salvador, na Barra, principalmente no sábado.
Se não bastasse a quantidade e o tamanho das pessoas, tinha que me virar com o tompo dos mais espaçosos.
Mas tudo bem... Carnaval é para se divertir!
E eu que nem ouço axé durante o ano, me arrepiei diversas vezes:
Com Chiclete com Banana - "Amor, que saudade de você! Vem, me ensina a perceber os segredos desses amor. Pena, queria tanto te dizer que eu não vivo sem você um segundo, que vc que faz girar meu mundo..." -, com Jamil, em frente a Casa dos Praieiros, cantando uma baladinha que fala do amor que acontece no carnaval entre pessoas de estados diferentes e a espera para o encontro no próximo ano.
Nunca tinha visto Motumbá e me acabei de dançar com "Bororó".
Outra coisa que me chamou atenção: Filhos de Ghandi... Lindos, incríveis e maravilhosos. Apesar disso, não quis colar, obrigada.
Mal acabou o "carná" e já estou com saudades... Saudades da dança da peneira, das piadas e tiradas engraçadas, da companhia maravilhosa dos meninos e dos trios.
Cansada, mas ainda cantarolando e animada.
Tenho certeza que se durasse mais uma semana estaria lá bem feliz.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
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